Enterprise Business Intelligence

Conheça essa nova abordagem sobre Business Intelligence!

Uma nova abordagem corporativa

Business Intelligence – BI não é algo que se compra de um fornecedor, mas um objetivo alcançado por uma organização.

O sucesso da utilização desta tecnologia baseia-se tanto na capacidade interna de inovação no âmbito da organização quanto na adequação da ferramenta utilizada.

Não se pode comprar respostas num pacote. Não haveria vantagem competitiva se todos utilizassem os mesmos subconjuntos de informação em processos de tomada de decisão padronizados.

Além disso, o âmbito do BI corporativo é atualmente significativamente diferente do que quando consideramos apenas o Processamento Analítico – OLAP, praticamente a marca registrada do BI até pouco tempo. Hoje soluções corporativas de BI devem envolver capacidade reporting em larga escala, escalabilidade além da Intranet, usabilidade envolvendo usuários gerenciais, operacionais e o público em geral na Internet.

As novas funções de Business Activity / Process Monitoring, e novas aplicações de e-Business exigem sofisticada Integração do BI com os ambientes transacionais clássicos, assim como com os novos Servidores de Aplicação e Brokers.

Neste trabalho, analisaremos algumas características fundamentais desta nova tecnologia chamada EBIS – Enterprise Business Intelligence (*), assim como fatores críticos de sucesso na seleção das ferramentas e na sua implementação.

* – EBIS – Enterprise Business Intelligence Suite, é um conceito criado pelo Gartner Group, para situar ferramentas de BI capazes de atender globalmente as necessidades de uma corporação tanto no que se refere a Reporting como a ferramentas OLAP – On Line Analytical Processing. Nem todas as ferramentas de BI atendem a estes requisitos. Além disso com o advento das novas aplicações de e-Business, adicionamos capacidade de Integração, BAM / BPM – Business Activity / Process Monitoring e como fundamentais na escolha de uma ferramenta de EBIS.

 Resultados do Sucesso

Quando a sua organização atingir os resultados abaixo listados, então você pode estar certo que a sua iniciativa de EBIS foi bem implementada e está sendo utilizada com sucesso, trazendo retorno de investimento significativo, e agregando valor as diversas áreas de negócio:

  • Todos os funcionários da sua organização podem formular questões e ter acesso às respectivas respostas melhor que os dos seus concorrentes. Os seus funcionários serão capazes e auto-suficientes de formular as perguntas e obter as respostas que surgem no dia a dia de suas operações.
  • Os gerentes podem imediatamente identificar eventos e tendências positivos e negativos, e verificar as suas causas; ou seja, serão capazes de entender o estado atual de suas áreas de negócios e gerenciá-las proativa e não reativamente.
  • Seus parceiros de negócio são capazes de atuar como se fossem os seus próprios funcionários no que tange a obtenção de informações e respostas.
  • Seus clientes encontram valor na sua habilidade de prover informações como verdadeiros novos produtos e serviços.

Direcionadores de Negócio Atuais

Existem diversos direcionadores de negócio que justificam a adoção em larga escala de EBIS nas organizações empresarias. A tendência hoje é padronizar o ambiente e a tecnologia substituindo a miríade de ferramentas em uso por diversos departamentos, grupos de usuários e até mesmo aplicações.

  • Eficiência de Custos – Iniciativas que otimizam a eficiência das áreas de negócios e administrativas e o gerenciamento de performance.
  • Vantagem Competitiva – A tecnologia de BI pode influenciar positivamente o nível de satisfação de clientes, otimizar o relacionamento com acionistas, gerar novas vendas e permitir a monitoração em tempo real de suas operações e processos.
  • Aderência a Padrões – Padrões governamentais e da indústria são hoje cada vez mais importantes tanto no que se refere a formatos de determinadas informações como as financeiras como no processo de troca de informações através de protocolos como, por exemplo, o Basel2 na área bancária e HIPAA na área de saúde.

Fatores Críticos de Sucesso

Agora que situamos os direcionadores e os objetivos da estratégia de Enterprise Business Intelligence, analisaremos cinco fatores que consideramos como críticos para o sucesso desta iniciativa:

  1. Identificação de Aplicações com alto Retorno de Investimento
  2. Arquitetura de Dados
  3. Usabilidade
  4. Escalabilidade
  5. TCO – Total Cost of Ownership

1. Aplicações com alto Retorno de Investimento

Podemos agrupar as aplicações com alto retorno de investimento como pertencentes às seguintes categorias:

  • Renovação
  • Motivação
  • Inovação
  • Benefícios de TI

Renovação = Otimização de Processos

Utilizar as informações na otimização de processos de negócio, ou seja, como veículo na automação, na não intermediação e direcionamento. Call Center e Operações de Suporte são exemplos clássicos. Qualquer local onde um processo que envolva alguém consultando uma tela de computador e encaminhando a informação manualmente através de qualquer veículo como o telefone, é candidato a economia de custos. Vemos um grande potencial em atividades nas áreas de manufatura, bancária e seguros. Vemos também usos interessantes da tecnologia Web pelo comércio substituindo serviços via telefone ou e-mail.

Motivação = Gerenciamento de Performance

Quando falamos na utilização da informação para motivar, nos referimos a iniciativas direcionadas a performance gerencial, ou como otimizar a produtividade e reduzir custos. A maioria das iniciativas atuais focam na mensuração e na disponibilização limitada através de interfaces do tipo Balanced Scorecards. Esta é apenas uma pequena parte da equação, o que permite o sucesso de uma iniciativa de performance gerencial é a habilidade de disponibilizar informações objetivas, claras e de fácil acesso para as áreas operacionais atuantes e que estão sendo avaliadas. Diversos casos reais mostram que além do planejamento, a monitoração em tempo–real nos pontos onde ocorrem as transações é fundamental, e este é um uso de EBIS em larga escala na corporação, em agentes independentes, revendas, clientes, etc.

Inovação = Vantagem Competitiva

Compreende aplicações que disponibilizam vantagem competitiva tanto através de geração direta de vendas como através da medição de resultados de níveis de satisfação ou retenção de clientes. Outra área de aplicação típica é a de percepção de mercado.

Benefícios adicionais em TI – Tecnologia da Informação

Discutimos aplicações que permitem benefícios de negócio evidentes. Existem benefícios adicionais no âmbito da organização de TI, a Enterprise Business Intelligence continuamente estende o valor dos sistemas atuais, na medida em que disponibiliza informações para novos usuários e novos públicos. Muitas corporações estão desapontadas com o ROI medido nos seus investimentos com ERP e CRM. A tecnologia de EBIS permite amplificar rapidamente o retorno do investimento nestas áreas. Ironicamente muitas organizações estão também desapontadas com o ROI obtido em seus investimentos em grandes e caros Data Warehouses. Bill Immon, um conhecido expert nesta área, comentou recentemente que em um cliente com um Data Warehouse de múltiplos tera-bytes, mediu-se a utilização inferior a 1% dos dados em que se gastou tanto tempo e recursos para serem coletados.

Outro benefício é a economia de custos em papel, impressão e distribuição. Grandes corporações economizam tipicamente de 1 a 10 milhões de dólares anuais quando implementam disponibilização eletrônica de informações em larga escala.

A área de TI pode solucionar outro grande problema através do uso de EBIS. Tipicamente nas grandes organizações centenas de usuários utilizam planilhas Excel diariamente em suas análises, controles, e até como repositório de dados. Normalmente os dados são copiados manualmente de relatórios impressos ou de outras aplicações. Além do tempo e custos a taxa média de erros quando se transpõe dados manualmente é de 5 a 9%! A tecnologia de EBIS pode disponibilizar planilhas completas com dados, fórmulas, gráficos e até pivot-tables, diretamente a partir de fontes de dados corporativas automaticamente, sem perda de tempo, custos adicionais ou erros.

Em geral, permitir aos usuários finais obterem as suas informações através de consultas simples ad-hoc, ou modificar os relatórios prontos, irá além de resolver as suas necessidades pontuais mais rápida e eficientemente, liberar os profissionais de TI para a resolução de problemas mais complexos.

2. Arquitetura de Dados

Com relação aos mecanismos de Acesso a Dados e Integração, bem como a sua própria arquitetura, tecemos a seguir algumas considerações básicas:

  • Selecione ferramentas que possam acessar todos os dados corporativos:
    •  Data Warehouses e Data Marts
    •  Dados Operacionais e ODS – Operational Data Stores
    •  Transações e mensagens em tempo-real 
  • Processos de migração de dados são caros
  • Projetar e implementar um Data Warehouse pode atrasar a disponibilização de aplicações de 10 a 18 meses, tenha certeza de que esta solução é     realmente imprescindível e apresentará um ROI satisfatório.
  • Muitas vezes Data Marts para áreas de negócio específicas são mais rápidos de implementar e seu custo é menor.
  • Soluções de Data Warehouses com dados muito detalhados, como por exemplo, todas as transações de uma organização comercial, ou todos os registros de logging das centrais telefônicas de uma operadora, permitem a realização de data-mining com possibilidades de ROI interessantes, entretanto tendo em vista seu custo elevado, devem ser cuidadosamente analisadas.
  • Transporte e transformação de dados representam 75% dos custo de um projeto de BI, sempre que possível analise que parte dos dados podem ficar na mesma plataforma das aplicações transacionais, na forma de ODS. Isto se aplica tipicamente a corporações que utilizam mainframes. Hoje em dia, a mídia necessária pode ser bem mais barata do que transportar os dados para outras plataformas. 
  • ETL – Verifique se a ferramenta de EBIS possui capacidade de ETL, normalmente uma ferramenta de ETL completa e integrada representa economias de custos, treinamento e centraliza o contato com um único fornecedor.
  • Web-Services – Outro item da tecnologia Web atual em grande crescimento é a utilização de Web Services, através do protocolo SOAP sobre HTTP. Certifique-se que a sua ferramenta de EBIS seja capaz de criar Web Services para utilização por outras aplicações internas e externas, e também de utilizar Web Services
  • Negócios em tempo-real e BAM – Business Activity Monitoring requerem acesso a dados operacionais e transacionais
  • Planeje o crescimento do acesso tanto aos repositórios de dados como DW e DM como aos dados operacionais e transações.

Uma vez selecionada a aplicação o próximo passo é pesquisar a arquitetura de dados existente. Utilize o que você tem. Tenha certeza que a ferramenta irá acessar todas as suas fontes de dados. Não crie custosos Data Warehouses somente porque a ferramenta requer tecnicamente. Muitas ferramentas exigem a criação de Cubos ou estruturas de dados multidimensionais os quais muitas vezes são custosos e desnecessários. Estas ferramentas são eficientes em aplicações gerenciais de alto nível com dados muito sumarizados, ou para usuários especiais treinados para realizar processamento analítico complexo. Não permita que vendedores demonstrem relatórios prontos e bonitos a seus usuários, antes que estes possam acessar os seus dados reais, que devem ser extraídos, modelados e carregados…

Um estudo recente do Gartner Group mostra que a movimentação de dados representa a maioria dos custos de EBIS. Existem razões certas e erradas para se criarem Data Warehouses, Dados agregados e históricos são boas razões. Se os seus sistemas operacionais estiverem próximos a máxima capacidade talvez seja necessária a criação de um ambiente de Data Wareousing, Por outro lado a criação de um ODS – Operational Data Store na mesma plataforma onde estão os dados dos sistemas operacionais pode ser uma solução mais barata, de implementação muito mais rápida e provavelmente mais eficiente em termos de performance.

  3. Usabilidade

O terceiro fator crítico de sucesso é usabilidade, a seguir resumimos alguns pontos significativos:

  • A necessidade da maioria tem precedência sobre a necessidade de poucos.
  • Procure entender tantos as necessidades individuais como de grupos de usuários.
  • Verifique as necessidades de colaboração:
    1.      Com outros usuários no mesmo departamento;
    2.      Entre unidades de negócio ou agências;
    3.      Com parceiros e fornecedores;
    4.      Com clientes e o público em geral;
  • Espere crescimentos significativos na demanda e na competência e na habilidade dos usuários.

O primeiro passo é certificar-se de que o grupo de avaliação representa a maioria da comunidade de usuários. Em muitos casos, baseando-se apenas nas necessidades de usuários sofisticados as organizações padronizam ferramentas OLAP para toda a corporação. Na verdade, tipicamente ferramentas OLAP aplicam-se para mais ou menos 5% dos usuários da corporação. Estendê-las a todos é um erro tanto em termos de usabilidade – a maioria dos usuários não as utilizará – como de custos e escalabilidade, pois criar estruturas de dados OLAP para aplicações que de fato não as requerem, representa custos elevados. Casos onde se adquiriram licenças para 10.000 – 20.000 usuários de ferramentas OLAP mostram que depois de dois anos apenas 500 – 1000 usuários as utilizam efetivamente.

A grande maioria dos usuários necessita de ambientes de reporting ad-hoc fáceis de utilizar, intuitivos e estruturados, que parametrizem opções de seleção e funções. Os usuários podem assim através de pull-down menus e listas de seleção gerar entre 10.000 e 30.000 diferentes combinações de saída em apenas uma tela. Isto significa que podem ser auto-suficientes para a maioria de suas necessidades.

Dashboards e Portais com informações muito sumarizadas são apropriadas a executivos, que representam de 2 a 5% da população de usuários.

Assegure-se de que sua avaliação atenda a verdadeira comunidade de usuários. Você irá rapidamente descobrir que informação é como dinheiro ou um bom conselho, você dá um pouco a alguém e ele prontamente quer mais…

A usabilidade continuamente expande-se ao longo da organização. A solução deve atender as necessidades dos executivos, de usuários operacionais, parceiros, clientes, analistas de negócio e desenvolvedores. A plataforma de EBIS deve suportar estas necessidades com uma variada gama de tipos de interfaces. Use um modelo piramidal para retratar a sua comunidade de usuários e as suas necessidades.

4. Escalabilidade

Um dos fatores de sucesso mais cruciais em EBIS é escalabilidade, e é também quase sempre ignorado nas primeiras avaliações.

A maioria dos produtos de BI foram projetados para usuários individuais sob Windows, e não são capazes de escalabilidade para suportar um ambiente realmente corporativo, nem podem ser customizados para atender as diferentes necessidades de diferentes grupos de usuários.

Atualmente as melhores ferramentas devem ser implementadas via Web e preferencialmente serem puramente thin-client, ou seja, não necessitar de nenhum módulo local ou plug-in na estação do usuário. No passado as soluções de EIS – Executive Information Systems, os precursores das ferramentas de BI e EBIS, eram totalmente Client-Server, por isso dificilmente conseguiam atingir a comunidade de usuários como um todo – o custo do software local e o da própria estação de trabalho inviabilizavam isto, e sua usabilidade era muito mais restrita e inflexível.

Apenas no ambiente de desenvolvimento é interessante dispor de ferramentas lógicas por uma questão de performance. Verifique se a ferramenta possui uma verdadeira arquitetura de processamento via Web ou apenas disponibiliza informações na Web. Neste ultimo caso, muitas ferramentas geram diversos relatórios em batch e depois os disponibilizam na Web, isto representa baixos níveis de interatividade do usuário bem como grande perda de flexibilidade.

Muitos produtos requerem modelos de dados pessoais, cubos ou extensivo set-up do ambiente do usuário. Este tipo de solução torna-se difícil de disponibilizar e gerenciar para mais de uma centena de usuários. Em um caso real, uma agencia estadual americana, investiu mais 2 milhões de dólares em hardware tentando implementar uma solução não escalável, antes de trocar de fornecedor.

Disponibilização       Tipo de Usuário                                                 Quantidade de usuários

Intranet                           Gerentes e Funcionários                            50 – 50.000

Extranet                          Parceiros, Clientes, Fornecedores        500 – 2 milhões

Internet                          Público em geral                                                  vários milhões

Estes são os números típicos de usuários que encontramos para os diversos métodos de disponibilização de informações através da tecnologia Web. Encontramos crescimento e diversificação de atividades em todas estas áreas. Historicamente a maioria dos fornecedores de BI foram capazes de suprir tecnologia apenas para uma quantidade restrita de usuários sofisticados. Hoje, o objeto da EBIS é permitir as corporações olhar cada funcionário, parceiro, cliente, e prospect como um potencial consumidor de informações. Devem disponibilizar informações que seja altamente utilizáveis, confiáveis e seguras, com escalabilidade e ROI adequado.

 

Na figura acima as duas soluções parecem idênticas, quando os fornecedores iniciam a apresentação de seus produtos, você verá portais, relatórios, planilhas, OLAP, sofisticada visualização gráfica, etc.

Mas existem diferenças reais: primeiro muitos produtos não serão capazes de trabalhar com os dados existentes em sua corporação e irão requerer movimentação de dados para popular seus Data Marts e seus Cubos. Isto é tolerável para pequenas quantidades de usuários, ou até mesmo necessário para análises sofisticadas, mas não no caso de aplicações grandes envolvendo grandes volumes de dados e quantidade de usuários.

Na figura abaixo mostramos como a cena se modifica quando se incrementa a quantidade de usuários, as soluções escaláveis, conforme mostrado do lado esquerdo continuam a utilizar praticamente o mesmo hardware, os mesmos dados e um equipe de suporte mínima. À direita mostramos o que acontece com uma solução não escalável quando aumentamos a quantidade de usuários: mais repositórios de dados são necessários, maior quantidade de processadores e uma equipe de suporte maior. Em um caso real de uma corporação que atua na área de investimentos a solução não escalável consumiu 8 vezes mais poder de processamento e 10 vezes mais pessoal de suporte que a solução escalável.

5. TCO – Total Cost of Ownership

Todos os tópicos discutidos até agora nos levam ao fator crítico de sucesso TCO, que é Custo Total de Implementação de uma determinada alternativa de solução. Alguns parâmetros podem variar no modelo, e verificamos como o TCO evolui ou se modifica em função das novas variáveis. O parâmetro mais significativo é o aumento da quantidade de usuários.

A plataforma de EBIS deve:

  • Suportar todas as necessidades dos usuários.
  • Permitir o desenvolvimento de aplicações customizadas de BI em todos os níveis necessários – Estratégico, Gerencial, Operacional, BAM, etc.
  • Trabalhar com os dados existentes nas plataformas e estruturas de dados atuais.
  • Rodar nas plataformas e sistemas operacionais atuais.
  • Requerer equipe mínima de suporte.
  • Ser capaz de escalabilidade para atender a crescente demanda de informações em todos os níveis: Intranet, Extranet e Internet.

Os quatro primeiros fatores críticos de sucesso apresentados quando bem gerenciados e implementados asseguram uma grande oportunidade de sucesso, porém a métrica TCO deve tornar-se favorável, à medida que acrescentamos mais usuários.

Abaixo mostramos um modelo dos principais fatores que afetam o TCO.

Modelo de Consolidação de Software

A tendência atual nas grandes corporações é a padronização através da consolidação. As organizações estão tentando reduzir os seus custos de tratar com diversos fornecedores para soluções que muitas vezes se sobrepõe.

EBIS permite uma forte consolidação porque soluções de BI foram implementadas através de diversos departamentos na organização, cada qual com uma solução local, e não raro encontramos mais de uma dezena de soluções diferentes numa grande corporação.

O modelo para consolidação de software que apresentamos abaixo ajuda a compreender os principais fatores envolvidos:

  • Arquitetura:
    • O software foi construído para uma verdadeira arquitetura de servidores Web ?
    • Ele pode rodar em todas as minhas plataformas e trabalhar com todas as minhas estruturas de dados ? 
  • Funcionalidade:
    • Irá esta única solução atender a todas as necessidades e requisitos de minhas aplicações ?
    • Ela possui o alcance em funcionalidade variando da mais simples até a mais complexa de minhas necessidades ? 
  • Escalabilidade:
    • Esta solução é capaz de ser escalada de modo a atender nossas expectativas em termos de quantidade de usuários concorrentes permitindo a disponibilização de aplicações em larga escala com eficiência de custos ?
    • Ela pode manipular grandes volumes de dados eficientemente ? 
  • Segurança:
    • A solução suporta toda a segurança exigida em nossas plataformas ao longo da corporação incluindo os nossos algoritmos proprietários ?

Nosso objetivo nesta análise foi o de ajudar as organizações a alcançar a melhor inteligência corporativa – EBIS através de tecnologias e soluções, produtos, suporte e serviços adequados as suas necessidades.

Procuramos apresentar uma visão geral de como as corporações podem alcançar resultados positivos e também negativos, dependendo da abordagem escolhida.

O potencial de vantagens competitivas importantes através da correta implementação da EBIS também conforme abordado, é bastante interessante.

Bibliografia

Luiz Camara

  • Presidente da InfoBuild Brasil,
  • Físico, iniciou sua carreira de TI em 1970, tendo atuado nas áreas de Consultoria e Software, principalmente em projetos ligados as áreas de informações gerenciais e integração.

Até a próxima!

Publicado em Diversos. 1 Comment »

Uma resposta to “Enterprise Business Intelligence”

  1. Rodrigo Says:

    estou pegando algumas idéias para construir meu blog e acabei em um dos poucos sobre o assunto DW.


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