Introdução aos Conceitos de Business Intelligence – Módulo 1

Módulo 1 – Conceito de BI – Como tudo começou (Curso BI – Next Generation)  

Cada vez mais, cruzar dados para criar estratégias é fator essencial no mercado. Uma técnica que fez da tomada de decisão e das ferramentas de BI elementos inseparáveis. Acompanhe essa realidade, as ferramentas utilizadas no processo, integração, soluções e outros conceitos fundamentais do Business Intelligence.

Ao contrário do que se possa imaginar, o conceito de Business Intelligence não é recente. Fenícios, persas, egípcios e outros povos do Oriente utilizavam esse princípio há milhares de anos, quando cruzavam informações obtidas junto à natureza em benefício próprio. Observar e analisar o comportamento das marés, os períodos de seca e de chuvas, a posição dos astros, entre outras, eram formas de obter informações que eram utilizadas para tomar as decisões que permitissem a melhoria de vida de suas respectivas comunidades.

O mundo mudou desde então, mas o conceito permanece o mesmo. A necessidade de cruzar informações para realizar uma gestão empresarial eficiente é hoje uma realidade tão verdadeira quanto no passado o foi descobrir se a alta da maré iria propiciar uma pescaria mais abundante. Atualmente o interesse pelo BI vem crescendo na medida em que seu emprego possibilita às corporações realizar uma série de análises e projeções, de forma a agilizar os processos relacionados às tomadas de decisão. É o que defende Howard Dresner, vice-presidente da empresa Gartner Inc. e detentor da paternidade do termo. Assim como ele, os norte-americanos ganharam fama pelo desenvolvimento das modernas ferramentas de BI. Mas em termos de registro histórico, Yves-Michel Marti, cientista, professor e fundador da Egideria, uma das maiores empresas européias de consultoria em Business Intelligence, clama para o Velho Continente o berço e a aplicação pioneira do conceito de BI, o que teria acontecido muito antes de Howard Dresner ter nascido. Segundo Marti, a tradição dos países europeus é repleta de referências. Em seus estudos sobre economia inteligente, um dos exemplos citados destaca que no final do século XVI, quando a Rainha Elizabeth I, visando ocupar os territórios conquistados, determinou que a base da força inglesa fosse “informação e comércio” e solicitou ao filósofo Francis Bacon que inventasse um sistema dinâmico de informação, o qual foi amplamente aplicado pelos ingleses.

No compasso da evolução da TI

Pela ótica da tecnologia, a era que podemos chamar de “pré-BI” está num passado não muito distante – algo entre trinta e quarenta anos atrás – quando os computadores deixaram de ocupar salas gigantescas, na medida em que diminuíram de tamanho e, ao mesmo tempo, as empresas passaram a perceber os dados como uma possível e importante fonte geradora de informações decisórias. No entanto, naquela época ainda não existiam recursos eficientes que possibilitassem uma análise consistente desses dados para a tomada de decisão. Era possível reunir informações de maneira integrada, fruto de sistemas transacionais estabelecidos com predominância em dados relacionais, mas que, reunidos como blocos fechados de informação, permitiam uma visão da empresa, mas não traziam ganhos decisórios ou negociais. Estamos falando do final dos anos 60, período em que cartões perfurados, transistores e linguagem COBOL eram a realidade da Informática. Era a época em que se via o computador como um desconhecido, um vislumbre de modernidade, mas que ainda parecia ser uma realidade distante.

O panorama começou a mudar na década de 70, com o surgimento das tecnologias de armazenamento e acesso a dados – DASD (Direct Access Storage Device – dispositivo de armazenamento de acesso direto), e SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) – , duas siglas cujo principal significado era o de estabelecer uma única fonte de dados para todo o processamento. A partir daí o computador passou a ser visto como um coordenador central para atividades corporativas e o banco de dados foi considerado um recurso básico para assegurar a vantagem competitiva no mercado.

No início dos anos 90, a maioria das grandes empresas contava somente com Centros de Informação (CI) que embora mantivessem estoque de dados, ofereciam pouquíssima disponibilidade de informação. Mesmo assim, os CIs supriam, de certa forma, as necessidades de executivos e detentores das tomadas de decisão, fornecendo relatórios e informações gerenciais. O mercado passou a se comportar de modo mais complexo e a tecnologia da informação progrediu rumo ao aprimoramento de ferramentas de software, as quais ofereciam informações precisas e no momento oportuno para definir ações que tinham como foco a melhoria do desempenho no mundo dos negócios.

Entre 1992 e 1993 surgiu o Data Warehouse que é uma grande base de dados informacionais, ou seja, um repositório único de dados (os quais foram consolidados, limpos e uniformizados) considerado pelos especialistas no assunto como a peça essencial para a execução prática de um projeto de Business Intelligence. No entanto, quando se trata de BI, as opiniões nem sempre são unânimes. Na avaliação de alguns consultores é importante que a empresa que deseja implementar ferramentas de análise disponha de um repositório específico para reunir os dados já transformados em informações (abordaremos essa questão de forma mais detalhada no decorrer do curso). Esse repositório não precisa ser, necessariamente, um Data Warehouse, mas algo menos complexo como, por exemplo, um Data Mart (banco de dados desenhado de forma personalizada para departamentos), ou um banco de dados relacional comum, mas separado do ambiente transacional (operacional) e dedicado a armazenar as informações usadas como base para a realização de diferentes análises e projeções.

Como o BI evoluiu de um EIS

Como já foi abordado acima, o conceito de Business Intelligence é muito antigo. Mas o desenvolvimento tecnológico ocorrido a partir da década de70 e nos anos posteriores possibilitou a criação de ferramentas que vieram a facilitar todo o processo de captação, extração, armazenamento, filtragem, disponibilidade e personalização dos dados. Com isso, o setor corporativo passou a se interessar pelas soluções de BI de forma mais contundente, principalmente por volta do final de 1996, quando o conceito começou a ser difundido como um processo de evolução do EIS – Executive Information Systems – um sistema criado no final da década 70, a partir dos trabalhos desenvolvidos pelos pesquisadores do MIT (Massachusets Institute of Tecnology-EUA).

O Executive Information Systems (EIS) é, na verdade, um software que objetiva fornecer informações empresariais a partir de uma base de dados. É uma ferramenta de consulta às bases de dados das funções empresariais para a apresentação de informações de forma simples e amigável, atendendo às necessidades dos executivos da alta administração principalmente. Permite o acompanhamento diário de resultados, tabulando dados de todas as áreas funcionais da empresa para depois exibi-los de forma gráfica e simplificada, sendo de fácil compreensão para os executivos que não possuem profundos conhecimentos sobre tecnologia. Em termos simples o EIS permite a esses profissionais o acesso amigável a uma série de informações pela via eletrônica, apresentadas de forma clara e visualmente atraente. A navegação é feita através do uso do mouse ou do sistema “touchscreen” (tela sensível ao toque) o que não requer habilidade, nem prática e nem necessidade de assistência. O principal objetivo do EIS é oferecer ao seu usuário, em curto espaço de tempo, uma visão gerencial da organização, mostrando como funcionam seus processos de trabalho e como ela se relaciona com o mundo externo dos negócios, clientes e fornecedores.

Com o passar dos anos o termo Business Intelligence ganhou maior abrangência, dentro de um processo natural de evolução, abarcando uma série de ferramentas, como o próprio EIS ( Executive Information System – sistema de informações executivas), e mais as soluções DSS ( Decision Support System – sistema de suporte à decisão), Planilhas Eletrônicas, Geradores de Consultas e de Relatórios, Data Marts, Data Mining, Ferramentas OLAP, entre tantas outras (veja a definição de cada uma delas no glossário), que têm como objetivo promover agilidade comercial, dinamizar a capacidade de tomar decisões e refinar estratégias de relacionamento com clientes, respondendo às necessidades do setor corporativo.

A história do Business Intelligence também está profundamente atrelada ao ERP (Enterprise Resource Planning) sigla que representa os sistemas integrados de gestão empresarial cuja função é facilitar o aspecto operacional das empresas. Esses sistemas registram, processam e documentam cada fato novo na engrenagem corporativa e distribuem a informação de maneira clara e segura, em tempo real. Mas as empresas que implantaram esses sistemas logo se deram conta de que apenas armazenar grande quantidade de dados de nada valia se essas informações se encontravam repetidas, incompletas e espalhadas em vários sistemas dentro da corporação. Percebeu-se que era preciso dispor de ferramentas que permitissem reunir esses dados numa base única e trabalhá-los de forma a que possibilitassem realizar diferentes análises sob variados ângulos. Por essa razão, a maioria dos fornecedores de ERP passou a embutir em seus pacotes os módulos de BI, que cada vez mais estão se sofisticando.

Novas transformações

Tradicionalmente, o Business Intelligence pertenceu ao domínio do pessoal de TI e dos especialistas em pesquisa de mercado, responsáveis pela extração de dados, pela implantação de processos e pela divulgação dos resultados aos executivos responsáveis pela tomada de decisões. Mas o crescimento da Internet mudou tudo. Se até então a aplicação deste conceito era a de levar informação a poucos empregados selecionados de uma empresa, para que fizessem uso em suas decisões, a Internet transformou esse cenário. Hoje, a rede permite disponibilizar soluções de BI para um número maior de pessoas.

A Web – e particularmente, o comércio eletrônico – também acelerou todos os negócios em todos os níveis. Some-se a isso o novo consumidor, que se apresenta virtual, e para quem é preciso direcionar ações em razão de suas reais necessidades. Para saber quais são essas necessidades cada vez mais uma empresa precisa ter agilidade comercial, capacidade de tomar decisões e refinamento nas estratégias de clientes, tudo isso dentro do menor tempo possível. Também nas empresas, atingir as metas passou a exigir um envolvimento corporativo maior e, ao mesmo tempo, a democratização da informação. Internamente o BI não mudou de mãos, mas ganhou mais mãos e, principalmente, mais cabeças pensantes e com acesso às informações. O Business Intelligence passou a ser encarado como uma aplicação estratégica integrada, estando disponível através de simples desktops, estações de trabalho e servidores mais parrudos da empresa.

Atualmente, corporações de pequeno, médio e grande porte necessitam do BI para auxiliá-las nas mais diferentes situações para a tomada de decisão, e ainda para otimizar o trabalho da organização, reduzir custos, eliminar a duplicação de tarefas, permitir previsões de crescimento da empresa como um todo e contribuir para a elaboração de estratégias. Não importa o porte da empresa, mas a necessidade do mercado. A maioria dos analistas vêem a aplicabilidade eficiente de BI em todas as empresas, inclusive naquelas que apresentam faturamento reduzido, desde que analisado o fator custo/benefício. Para que um projeto de BI leve a empresa rumo ao melhor desempenho é preciso analisar muito bem alguns fatores: o quanto vai se gastar e o que se espera obter, ou seja, é preciso o alinhamento objetivo do projeto com os interesses da empresa.

Existem, ao redor do mundo, vários exemplos de implantação. No Brasil, soluções de Business Intelligence estão em bancos de varejo, em empresas de telecomunicações, seguradoras e em toda instituição que perceba a tendência da economia globalizada, em que a informação precisa chegar de forma rápida, precisa e abundante porque a sobrevivência no mercado será medida pela capacidade de “gerar conhecimento”. E somente quem fizer um boa gestão do conhecimento irá fundamentar políticas e estratégias corporativas. O retorno que se espera de um sistema de BI depende das prioridades de cada empresa. As ferramentas de BI continuam evoluindo porque o mercado possui enorme potencial de crescimento. A velocidade imposta pelos negócios na Web exige que se dê, a quem decide, disposição e autonomia para agir. O Gartner, do mesmo Howard que deu nome ao BI, reconheceu que 2002 foi um ano que trouxe uma mudança na visão da aplicabilidade dos software. O que se pode imaginar para o futuro é muito menos o que podemos chamar de ferramentas e muito mais o que o mercado competitivo necessita com urgência: soluções.

Exemplo do que se pode obter com o BI

Muitas empresas já colhem os bons frutos possibilitados pelas soluções de BI. Foi o caso da Diebold Procomp, empresa especializada na produção e comercialização de soluções para automação bancária e corporativa. Motivada a trabalhar de modo ainda mais ágil, com números e informações de diversas áreas, a unidade de assistência técnica da Procomp partiu para a implementação de uma solução de Business Intelligence (BI) baseada em plataforma Microsoft, utilizando principalmente o gerenciador de banco de dados SQL Server 2000 e o Excel 2000.

Na empresa, os 1.300 profissionais da divisão de assistência técnica trabalham com uma série de informações que devem ser precisas e atualizadas a fim de garantir o bom atendimento ao cliente. Até o final do ano de 2000, essas informações eram fornecidas em planilhas Excel, obtidas após uma série de processamentos em um ambiente Paradox e comumente disponibilizadas com 15 a 30 dias de atraso, por causa das diversas intervenções manuais no processo. Além disso, o sistema fornecia uma visão estática, o que reduzia a sua utilidade. A abertura de um chamado, por exemplo, demorava vários dias até constar nos relatórios gerenciais. Em função do atraso entre a ocorrência de um fato e a disponibilização da informação correspondente no sistema, era comum que os gerentes utilizassem suas próprias análises e indicadores. Em geral, esses dados não eram compatíveis com os documentos fornecidos pelo pessoal de assistência técnica, dificultando a análise gerencial da operação. Outro impacto negativo dos constantes levantamentos feitos pelos gerentes era uma diminuição na performance do sistema transacional que suportava toda a operação da empresa.

Mas esse panorama mudou a partir de novembro de 2000, quando a empresa adotou as ferramentas SQL Server 2000, Microsoft Analysis Services 2000, Office 2000 e o Terminal Services, do Windows 2000. As soluções se mostraram fáceis de usar, com um bom nível de performance e totalmente integradas, com destaque para as funcionalidades da ferramenta Data Transformation Services (DTS). O DTS extrai informações do CRM – baseado em SQL Server -, do sistema de gestão e de algumas outras fontes, consolidando-as no banco de dados relacional. A partir daí, todas as noites são gerados cubos de informação focados nas necessidades das diferentes áreas da empresa. As filiais têm acesso aos cubos através de Terminal Services. Na rede da Diebold Procomp, rodam o software de ERP Magnus, da Datasul; o CRM da Peoplesoft, além de diversos sistemas desenvolvidos internamente com o uso da ferramenta Microsoft Visual Basic 6. Todas as filiais estão conectadas on-line aos escritórios de São Paulo através de links de comunicação de alta capacidade.

Em um primeiro momento, os técnicos do departamento de sistemas receberam treinamento nos produtos que constituem a solução da Microsoft. Após a implementação, finalizada em abril de 2002, cerca de 100 usuários distribuídos por todo o país foram treinados nas técnicas de exploração dos cubos utilizando o Excel 2000. O investimento realizado pela Diebold Procomp neste projeto foi de US$ 150 mil, sendo gastos aproximadamente US$ 10 mil em treinamento, US$ 20 mil na aquisição de produtos Microsoft e outros US$ 120 mil com pessoal. O fato de a empresa trabalhar com o pacote de aplicativos Office 2000 eliminou o custo do software para exploração dos cubos. Com a implementação das ferramentas OLAP, da Microsoft, a Diebold Procomp pôde automatizar todos os processos de obtenção de dados transacionais, reduzindo de 20 dias para apenas 24 horas o tempo médio para liberação de dados sobre uma determinada operação. Outra vantagem visível para os usuários foi a sua independência em relação à área de sistemas, com ganhos em flexibilidade e agilidade na obtenção de informações, o que gerou um aumento da performance do sistema transacional graças à eliminação de consultas gerenciais neste ambiente. O novo sistema também garantiu a padronização de indicadores de performance, o que facilitou à Diebold Procomp a comparação entre produtos, regiões e outras métricas. O projeto incluiu o uso de outras soluções, entre as quais o Project 2000, Exchange Server 2000; Visio 2000; Visual Studio 6.0; outras versões de SQL Server; e sistemas operacionais Windows 95 e 98.

Entre os principais benefícios obtidos destacaram-se:

– Automatização dos processos de obtenção de dados transacionais, com redução do tempo médio para liberação das informações de 20 para apenas 1 dia;

– Independência dos gerentes em relação à área de sistemas, com ganhos em flexibilidade e agilidade na obtenção de informações;

– Aumento de performance do sistema transacional graças à eliminação de consultas gerenciais neste ambiente.

Até o próximo módulo!

13 Respostas to “Introdução aos Conceitos de Business Intelligence – Módulo 1”

  1. Grimaldo Says:

    Litío, adorei seu blog, gostaria de colocar um link no meu blog que é da área de BI, parabéns , fantástico!!!.

  2. Robson Castro Says:

    Olá Lito.

    Esse post é muito bacana, gostei bastante. Depois que li ele resolvi me inscrever no curso de BI da Next Generation, e estou gostando, pra pessoas que estão começando, assim como eu, o curso dá uma visão legal sobre BI.

    Abraços

    Robson Castro

  3. ruy rodrigues santos filho Says:

    Olá!
    Curso muito bom!!!!

  4. Os números de 2010 « Blog do Lito – Data Warehouse / Business Intelligence Says:

    […] The busiest day of the year was 1 de dezembro with 504 views. The most popular post that day was Introdução aos Conceitos de Business Intelligence – Módulo 1. […]

  5. Daiane Oliveira Says:

    Ola….adorei o blog..muito esclarecedor..
    Sou aluna do curso de sistemas de informação e estou a procura de um tema para desenvolver minha monografia na área Business Intelligence….se alguém tiver alguma sugestão que me ajude…agradeço muito!

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Daiane, muito obrigado!

      Um tema interessante, que é difícil de encontrar, é sobre a Governança de BI. Como gerenciar um BI Corporativo com competência…

      No Blog tenho um post sobre Governança… Seria um desafio e tanto.

      Quero ser o primeiro a ‘postar’ o seu trabalho… não esquece!!!

      Abs.

      Lito

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Ops…

      Na verdade o post é sobre Gerenciamento de DW, mas faz parte de governança….

      Lembrei de outro assunto: Enterprise Business Intelligence…

      Se precisar de ajuda nas pesquisas, me avise….

      Abs.

      Lito

      • Daiane Oliveira Says:

        Bom Dia..

        Muito obrigada…Assuntos interessantíssimos..Se tiver algum material que possa disponibilizar será de grande ajuda. Preciso sim de ajuda nas pesquisas.
        E com certeza te envio pra vc postar! rsrs
        Muito obrigada msm!

        Abs.
        Daiane

  6. Lucilene Martins de Lima Says:

    Olá…adorei o seu blog. Depois que li , descobri no curso de BI da Next Generation e já me inscrevi e estou gostando. muito útil para pessoas que estão começando, como eu, o curso dá uma visão legal sobre BI.
    Em breve, estarei realizando um curso da ferramenta de BI.
    Qual a melhor ferramenta de BI no mercado ou a mais utilizada em termos de custo/benefício ?

    Abraços

    Lucilene Martins

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Lucilene,

      Obrigado pelo apoio!!!

      Com relação às ferramentas de BI, antes, seria interessante que você se sentisse segura com relação aos conceitos básicos de BI (OLAP, ROLAP, DRILL, Etc).

      Após, procure por uma ferramenta que tenha renome no mercado, como COGNOS, MICROSTRATEGY, BO, OBIEE, etc. Talvez, a maior dificuldade seja em onde fazer esses cursos, uma vez que apenas escolas credenciadas podem dar os cursos que são reconhecidos pelos fabricantes, e esses cursos nçao são muito baratos…

      Se eu tivesse que recomendar, recomendaria o BIEE da Oracle e o Microstrategy.

      Abração.

      Lito

  7. antonio cezar lima Says:

    boa tarde carlos,lí sua matéria, achei muito bem feita; sou minerador com especialização na área de pesquisa de materiais para produção de baterías de lítio. desde 2002,trabalho numa região com grande volume de pegmatitos,e conforme análises preliminares possuem grande concentração de lítio . temos os direitos minerais expedidos pelo d.n.p.m. e, procuro empresas que queiram investir no setor, se julgar de seu interesse estou enviando meus dados para contato via e-mail. grato.

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Meu caro Antonio, muito bom dia!!!

      Muito obrigado por acessar o meu Site!!! Antonio, eu acho a sua atividade extremamente interessante, sempre gostei de assuntos ligados à Geologia e afins. Mas minha área é de Engenharia de Sistemas e Serviços habilitados pela Tecnologia da Informação, não possuo qualquer conhecimento sobre a sua área.

      Agradeço o seu convite.

      Grande Abraço.

      Lito


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