Governança de BI – Algumas opiniões…

Governança de BI é um assunto muito interessante, que sugere uma série de alternativas, passos e técnicas. Neste post, eu vou apresentar algumas sugestões, apresentadas por empresas do Segmento. Vamos lá…

Governança em BI otimiza resultados

De acordo com a MicroStrategy, a aplicação da metodologia aumenta a performance e ainda permite medir o sucesso do business intelligence.

A MicroStrategy, uma das líderes mundiais em tecnologia de business intelligence (BI), com a proposta de debater o tema Governança em BI, promoveu um Painel de Discussão sobre esta importante questão. A iniciativa visou levar a experiência prática dos clientes MicroStrategy, assim como debater os benefícios alcançados com projetos de governança. A metodologia, além de resolver os mais variados problemas que possam surgir, possibilita a obtenção no menor prazo possível dos resultados esperados com o BI.

Trata-se de um instrumento de tomada de decisão e de supervisão, que tem por objetivo priorizar investimentos, alocar recursos corretamente e monitorar resultados. Além disto, a Governança assegura que o projeto de BI se mantenha alinhado aos objetivos corporativos e crie valor ao negócio. Esta metodologia auxilia a lidar com falta de clareza quanto à autoridade e responsabilidade dos envolvidos no projeto, ineficiência do planejamento, falhas no entendimento e comunicação, baixa performance de desenvolvimento e falta de percepção em relação ao ROI (Retorno sobre o Investimento).

“O retorno de um projeto de BI reside na sua aderência aos objetivos estratégicos da organização e na sua capacidade de aprimorar a gestão, a eficiência e a eficácia dos processos de negócio. No setor privado a performance de um negócio é usualmente medida pela geração de receita e lucro ou pela redução de custos e no setor público pelo bom equilíbrio entre níveis de serviços, produtividade e aplicação de orçamentos. Com um projeto de governança de BI é possível visualizar de forma integral as áreas de um ambiente de BI que necessitam de maior maturidade para suportar o desenvolvimento e a implementação de iniciativas de BI e o grau de aderência destas iniciativas aos objetivos estratégicos. Faz parte da metodologia também adotar modelos de dados flexíveis e fortalecer a parceria entre tecnologia e áreas de negócio.”, explica Rosângela Sanches, Gerente de Governança em BI da MicroStrategy.

Durante o evento promovido pela MicroStrategy sobre o tema, os conferencistas Sergio Lopes (gerente de DW da Redecard) e Walter Rodrigues (gerente de arquitetura da VR), com a mediação de Flavio Bolieiro (Vice-Presidente da América Latina da MicroStrategy), mostrou aos executivos de tecnologia, como aplicar a medotologia de forma eficiente, utilizando todos os benefícios que ela pode proporcionar. 

A MicroStrategy, em 1989, é líder global em tecnologia de business intelligence (BI). A MicroStrategy disponibiliza software para relatórios integrados, análises e monitoramento, que auxiliam as organizações líderes de todo o mundo a tomarem melhores decisões de negócios, todos os dias. A escolha pela tecnologia MicroStrategy se dá por suas habilidades técnicas avançadas, capacidade de análise sofisticada e superior escalabilidade de dados e de usuários. – Site www.microstrategy.com.

MODELO DE GOVERNANÇA EM B.I.

Segundo a ConBase, é um programa que permite planejar e monitorar todas as iniciativas de implantações de projetos de B.I., obtendo assim um Modelo de Maturidade de Projetos ao longo do tempo.

O gerenciamento deste modelo é suportado por KPI´s (indicadores de desempenho) que indicam o nível de execução em relação ao planejamento inicial possibilitando, então, que ações pontuais possam adequar, com melhor aproveitamento, os investimentos financeiros às demandas de informações dos usuários de negócio.

A ConBase Consultoria é uma empresa do segmento de informática que busca atender às necessidades de nossos clientes, através de soluções avançadas em tecnologia da informação, fazendo com que suas estratégias de negócio transformem-se em ações, nos desafios do mercado.

Governança é fundamental para excelência em BI

Após a difusão do conceito e o aumento da demanda por projetos de Business Intelligence, chegou a hora de investir na excelência desse sistema que é a porta para a nova era nos negócios.

Até há poucos anos desconhecido – e hoje já amplamente difundido e razoavelmente utilizado – o conceito e as ferramentas de Business Intelligence provocam uma nova revolução nas empresas de todo o mundo: a busca pela excelência em BI.

O princípio básico para alcançar essa meta, segundo Alexandre Lima, gerente de Consultoria de BI da IBM, é pensar a informação como um ativo estratégico. “Em grande parte das empresas somente móveis e equipamentos são considerados ativos, sendo que a informação, que é o ativo mais precioso que uma companhia pode ter, é subvalorizada”, explica o especialista.

Outros pontos que precisam ser trabalhados nessa busca pela excelência são o aumento da produtividade, da sustentabilidade, da agilidade e da disponibilidade, além do alinhamento estratégico, ponto fundamental para que o projeto funcione. Para que essas mudanças ocorram, é preciso adequar as aplicações analíticas e os mecanismos das informações aos diferentes perfis de consumidores desses dados, que podem, segundo Lima, ser divididos entre usuário executivo, analítico, power-user e operacional.

Para atender bem a todos esses usuários é imperioso que as empresas adotem um modelo de governança de BI, proporcionando o alinhamento e gerenciamento de recursos corporativos e tecnológicos para a melhor tomada de decisão, resultando em uma melhoria no relacionamento entre TI e negócios. Mas instituir essa governança não é um processo simples. “É preciso promover mudanças organizacionais, de valores (maior colaboração das equipes e compartilhamento da tomada de decisões) e estruturais (troca do modelo vertical para o matricial com foco em processos, que é bem mais ágil)”, lista o executivo da IBM.

Desafios

Em decorrência do tamanho do desafio, vários são os problemas enfrentados pelas organizações que tentam instituir a governança do Business Intelligence. Lima enumera os principais: “Os fatores que podem fazer um projeto como esse naufragar são as barreiras culturais, a dificuldade em alinhar TI e negócios, a falta de clareza na definição dos objetivos e o não estabelecimento de politicas de processos”.

Uma saída para esse impasse, segundo o gerente é a criação de um Centro de Competência de BI (CCBI), que deve contar com especialistas em Business Intelligence, que irão auxiliar a empresa na contratação dos melhores profissionais para a formação da equipe e na escolha da plataforma adequada. O Centro deve ainda gerenciar as mudanças – organizacionais, estruturais, comportamentais – necessárias para o sucesso do projeto de governança da empresa, além de promover as melhores práticas e a estruturação/padronização dos processos e auxiliar na definição dos papéis e responsabilidades. Mas o executivo lembra que, antes de iniciar a criação do Centro, é fundamental optar pelo modelo de CCBI mais adequado à cada empresa. “É preciso escolher entre o modelo centralizado, semi-descentralizado ou descentralizado”, finaliza Lima.

Até a próxima!

4 Respostas to “Governança de BI – Algumas opiniões…”

  1. Alves Says:

    Sensacional!

  2. Samara Says:

    Amei seu blog.. mto interessante e de mto valor..


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