Perguntas e Respostas

Espaço para Duvidas!

Vamos usar este espaço para colocar nossas duvidas e suas respostas!!! Usarei também,  para colocar as perguntas interessantes que me são feitas na consultoria!!!

Vamos lá!!!! 

92 Respostas to “Perguntas e Respostas”

  1. Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

    Me recordo que, estava em um cliente e verifiquei que um dos desenvolvedores de ETL estava um tanto quanto agitado. Ao conversar com ele, identifiquei que ele estava com dificuldades para gerar uma dimensão, que tinha algumas regras complexas. Eu falei pra ele dividir a carga em mais de um ETL, que assim ficaria mais fácil.

    Ele me olhou espantado e me perguntou: “Mas podemos fazer mais de um ETL para gerar uma dimensão?”

    Pode parecer banal, mas, realmente, muitos tem o sentimento de que devemos ter um ETL por dimensão. Confesso que não sei se existe uma regra pra isso, mas eu costumo dividir cargas complexas em mais de um ETL, simplificando o desenvolvimento e facilitando a manutenção…

    Abraços!

    • Marito Says:

      Muito boa dica. Realmente, quando um OWB/DWH mapping/dimension se torna demasiado complexo aconselha-se a subdividi-lo em diferentes mappings mas sempre interligados por um numero que indica a sequencia bem como o LOAD-METHOD.

  2. Robson Castro Says:

    Olá Lito!

    Sou Analista Programador e estou estudando a área de BI.
    Tenho 8 anos de experiência com programação PL/SQL – Oracle e T-SQL – SQL Server,
    desenvolvimento em várias linguagens de programação e pós-graduação em Engenharia de Software.

    Você acredita que com esses conhecimentos já posso buscar uma oportunidade como Analista de BI Júnior?
    Seria necessário me especializar um pouco mais na área?

    O foco dos meus estudos por enquanto é a fase de ETL, e é onde quero comerçar atuando. Gostaria ter sua opinião.

    Grande abraço.

    Grande abraço

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Robson, tudo bem!

      Acredito que, apesar do seu excelente conhecimento técnico, você tentar oportunidades de BI Júnior, agora, seria um pouco frustrante.

      Para BI, deve-se ter, além de conhecimentos técnicos de TI, conhecimentos de Negócio, ou seja, como adequar os requisitos do negócio do seu cliente, às tecnicas de Apoio à Decisão – BI.

      Seria interessante você fazer um curso de formação para Analista de DW/BI, para que você adquira conhecimentos especificos nessa área, tais como: Conceitos de Data Warehouse, OLAP, Modelagem Dimensional, Dimensões, Fatos, Cubos, Data Marts, etc. Com esses conhecimentos, aliados à sua capacitação técnica, você se sentira mais seguro e, com certeza, conseguirá uma oportunidade como BI Junior.

      Entra no site do meu amigo Marco Garcia: CETAX Treinamento – que oferece ótimos cursos nessa área. Pense no seguinte planejamento profissional: Este ano de 2010 se dedique à formação em BI e, no ano de 2011 inicie a sua carreira profissional na área de BI.

      Se precisar de algum material sobre DW/BI para leitura, me avise que eu tento compilar alguma coisa…

      Abraços.

      Lito

      • Robson Castro Says:

        Lito, obrigado pelas dicas. Com certeza vou procurar a Cetax para saber sobre os cursos. Se puder enviar algum material no meu e-mail (robson.afl@gmail.com) vai me ajudar muito.

        Abraços

        Robson

    • Marito Says:

      Robson, penso que o fundamento, isto e, as bases sao solidas. Contudo BI realmente e uma area muito especifica e para alem da parte tecnica requer tambem um experiencia funcional muito grande. Mas todos aqueles que hoje tem experiencia tiveram tambem o o seu dia 1. O seu, se nao chegou vai chegar. Sucesso

  3. Ximena Luengo Says:

    Boa tarde Lito,
    Estou à procura de profissionais de Data Warehouse / Business Intelligence (entre outros profissioais). Poderia me auxiliar na divulgação?
    Somos uma empresa fornecedora de tecnologia da informação e soluções para Gestão Pública, situada em Blumenau: CETIL SISTEMAS DE INFORMÁTICA. Atuamos através da Matriz e mais 27 Unidades Operacionais distribuídas por todo o Brasil.
    As vagas são para Blumenau e Florianópolis, de Documentador, Analista de Testes, Analista de Sistemas PL e SR, para trabalhar em equipes de gestão de pessoas, contabilidade e DW).
    Atenciosamente,
    Ximena Luengo
    ximena.luengo@cetil.com.br

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Ximena, muito boa tarde!

      Pode deixar que eu repasso a informação para o pessoal que conheço.

      Se possível, me envia a descrição das vagas de BI e os conhecimentos profissionais necessários.

      Sabe que trabalhar em Blumenau ou Floripa e muito bom… até eu me candidato a uma vaga, se o meu perfil for adequado…. rsrs

      Meu e-mail particular é litolima@ig.com.br

      Abraços e obrigado pela oportunidade!!

      Lito

  4. Robson Castro Says:

    Olá Lito.

    Seguindo suas dicas, fiz o curso de Analista de DW da Cetax com o Marco Garcia. O curso foi show de bola, tivemos aula com o Marco e com o Tiago Rúbio. Além do conteúdo do curso eles nos passaram várias experiências dos vários projetos que participaram.

    Grande Abraço

    Robson Castro

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Fala Robson, tudo bem?

      O Marco é muito bom no segmento de DW/BI e Treinamento. Fico feliz que você tenha gostado.

      Agora é buscar desafios profissionais na nossa àrea!!! Se eu souber de alguma necessidade para DW/BI JR, eu te aviso.

      Grande abraço!

      Lito

      • Aline S Mattos Says:

        Olá Lito ,
        Sou profissional na área de BI , tenho conhecimentos em PowerCenter e Cognos.. porém nunca fiz nenhum curso específico.. somente lendo e tendo treinamento nas empresas em que trabalhei.. comecei nesse área faz 1 ano e meio… E vi a indicação desse curso da Cetax para um outro leitor do seu blog , me interessei , porém eles ministram aulas apenas em SP, você tem algum curso desse tipo aqui no Rio de Janeiro ou online para indicar ?

        Desde já obrigada !

        Aline Mattos.

      • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

        Oi Aline tudo bem?
        Vou pesquisar pra saber se tem alguma escola no Rio… Mas porque você não aproveita e visita o site BI com Vatapa? Lá tem alguns cursos On-Line…
        Abs.
        Lito

      • Marito Says:

        Da-me gosto ler sobre o que esta acontecer no Brasil em termos de DWH/OWB/ETL. Com diz a malta ai mesmo no Brasil? Aiiiiiiiiiiiiii Galera😉

  5. varezende Says:

    Lito, boa tarde.

    Estou precisando de ajuda em um assunto que você postou.
    Meu Nome é Valéria, estou no 6o período de Análise de Sistemas, e preciso apresentar um trabalho sobre “Dimensão Sucata”. Apesar de ler o seu artigo, gostaria de informações melhores sobre o assunto. O professor não atuou muito neste assunto, apenas pediu um trabalho. Você pode me ajudar?

    ag, resp.

    um abraço

    varezende@hotmail.com

  6. Silvio Santos Says:

    Boa noite Lito !!!!
    Ouvi dizer que o Panamericano levou aquele prejuízo de 2 bilhões depois que utilizaram um BI que vc fez para eles.
    É verdade isso ?
    Abraços

  7. wanderson carvalho Says:

    Boa Noite, Estou fazendo uma pós na puc-rio de dw/dm e gestão de conhecimento na empresa. acredito que para que tenha sucesso nesta aréa preciso de um conhecimento em uma ferramenta especiifica.
    Em realção ao oracle OBIEE, seria a ferramenta ideal para investir? Vc indicaria algum curso no RJ.

    Gostaria da sua opinião.

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Wanderson, bom dia.

      O BIEE é uma suite da Oracle, voltada a analises OLAP. É uma ótima ferramenta. Caso você queira saber sobre treinamentos, entre no site da Oracle (www.oracle.com.br) e verifique sobre os treinamentos no RJ.

      Aproveite pra conhecer também, as chamadas ferramentas open, como o Pentaho (acho que é assim que se escreve…), que são grátis…

      Se precisar de mais detalhes, é só me avisar…

      Grande abraço.

      Lito

  8. Daiane Oliveira Says:

    Ola….adorei o blog..muito esclarecedor..
    Sou aluna do curso de sistemas de informação e estou a procura de um tema para desenvolver minha monografia na área Business Intelligence….Será que vc não tem algum material ou se tiver alguma sugestão que me ajude…agradeço muito!

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Daiane, muito obrigado!

      Um tema interessante, que é difícil de encontrar, é sobre a Governança de BI. Como gerenciar um BI Corporativo com competência…

      No Blog tenho um post sobre Governança… Seria um desafio e tanto.

      Quero ser o primeiro a ‘postar’ o seu trabalho… não esquece!!!

      Abs.

      Lito

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Ops…

      Na verdade o post é sobre Gerenciamento de DW, mas faz parte de governança….

      Lembrei de outro assunto: Enterprise Business Intelligence…

      Se precisar de ajuda nas pesquisas, me avise….

      Abs.

      Lito

  9. JCoelho Says:

    Lito,
    Deparei hoje mesmo como este blog e já aqui li algumas coisas bastaste interessantes.

    Procuro informação para fazer algo deste género no DW/BI:

    O utilizador escolhe apenas uma data no inicio da prompt,(dia-mes-ano).
    Como resultado será devolvido uma lista de registos de um período de 5 dias, cujo o inicio seja a data indicada na prompt.
    Isto é possível, como pode ser feito?
    Obrigado.
    JC

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      JC, boa tarde. Obrigado pela visita.

      Vamos ver se eu entendi corretamenta a sua duvida…

      Você tem, na sua modelagem, uma Dimensão Data associada à Data de Início, certo?

      Em uma determinada consulta, em um dashboard por exemplo, o usuário irá digitar uma data e deverão ser mostrados fatos correspondentes à data informada obedecendo o intervalo de 5 dias, incluindo a data digitada.

      Se for isso, acredito que a sua duvida esteja mais relacionada à ferramenta que fará a consulta, uma vez que os registros na Fato estarão associados a Datas na Dimensão Data, correspondentes à Data de Início. Uma sugestão, dentre várias, seria, caso a ferramenta permita, criar uma coluna lógica em sua consulta, que será correspondente à Data informada + 4 e então, associar um filtro na coluna correspondente da Dimensão Data, de forma a limitar a sua consulta entre a data do prompt e a data da coluna lógica (que corresponde à data + 4).

      Era essa a sua duvida ou pisei na maionese?

      Abração.

      Lito

  10. Thobias Says:

    Lito,
    Tenho a necessidade de ter uma dimensão do tipo TIME que me permita ter a granularidade de 1min, 5min, 30min, 1hora, etc. Usando o Analysis Services ele cria uma time apenas na granularidade dia. A idéia é trabalhar com algumas informações quase real-time. Poderia me dar alguma dica? Por acaso já tem uma time desse tipo pronta?

  11. Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

    Thobias, tudo bom!
    Vamos a algumas opções:

    1 – Colocar a ‘hora do dia’ na tabela de Fatos:

    Pode ser usado quando não há descrições adicionais sobre a hora do dia. Pode, porém, sobrecarregar a tabela de fatos: Timestamp requer 8 bytes – 8 X Número de linhas da tabela fato.

    2 – Criar uma dimensão HORA DO DIA:

    Teremos 24 Horas X 60 minutos = 1440 Linhas. Permite descrições e agregações úteis: Nomes de Horas, Nomes de Turnos, etc. A chave pode ter 2 bytes, que é o suficiente para 24X60=1.440 minutos, ou 4 bytes para 1.440X60 = 86.400 segundos. Pode ser composta, basicamente, pela Chave, usualmente uma surrogate key, a hora (1 a 24), os minutos (1 a 60) e, se for necessário, os segundos (1 a 60). Pode-se incluir descrições de turnos (manhã, tarde, noite), horários de almoço, jantar, etc.

    Abração!!!!
    Lito

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Opa!!!! Segue um modelo:

      CREATE TABLE “DW_BRADESCO”.”DIM_TIME_EX”
      ( “SK” NUMBER NOT NULL ENABLE,
      “DESC_TIME” VARCHAR2(8 BYTE),
      “HOUR” NUMBER,
      “MINUTE” NUMBER,
      “SECOND” NUMBER,
      CONSTRAINT “DIM_TIME_PK” PRIMARY KEY (“SK”)) ;

      INSERT INTO DIM_TIME_EX (SK, DESC_TIME, HOUR, MINUTE, SECOND)
      SELECT
      level sk,
      to_char(TO_DATE(‘20110618 00:00:00′,’YYYYMMDD hh24:MI:SS’) + (0.00001157407407407407407407407407407407407407 * level), ‘hh24:MI:SS’) hora_completa,
      to_number(to_char(TO_DATE(‘20110618 00:00:00′,’YYYYMMDD hh24:MI:SS’) + (0.00001157407407407407407407407407407407407407 * level), ‘hh24’)) hora,
      to_number(to_char(TO_DATE(‘20110618 00:00:00′,’YYYYMMDD hh24:MI:SS’) + (0.00001157407407407407407407407407407407407407 * level), ‘MI’)) minuto,
      to_number(to_char(TO_DATE(‘20110618 00:00:00′,’YYYYMMDD hh24:MI:SS’) + (0.00001157407407407407407407407407407407407407 * level), ‘SS’)) segundo
      FROM DUAL CONNECT BY LEVEL <= 86400;

      Abs.
      Lito

  12. Rodrigo Says:

    Lito, Boa Tarde!!

    Já trabalho com BI, mas com ferramentas da SAP e Microsoft, estou precisando de materiais para conhecer a ferramenta ODI. Sabe onde posso encontrar?

    abs,

    Rodrigo

  13. Fernando Says:

    Boa noite!!!
    Meu nome é Fernando, gostei muito do estudo de caso do BI da Toyota foi um texto muito bom.
    Agora vou fazer a minha pergunta eu preciso de apresentar um trabalho que mostre casos de insucesso na implantação de BI, e todo os livros que eu procurei só há exemplos de sucesso, será que você poderia me ajudar comentando alguns casos que não houve sucesso com a implantação do BI?
    desde já agradeço!

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Fernando, bom dia!!!

      Obrigado pela visita.

      Vou procurar algum caso e te envio. Porém, se você observar bem o estudo de caso da Toyota, você verá que a primeira tentativa de implantação foi um fracasso… As informações estavam sem qualidade. Eles não desistiram e a segunda implantação foi um sucesso. Releia o texto, e tente analisar apenas a parte do fracasso, quem sabe te ajude.

      Abração.

      Lito

  14. Daniel Says:

    Boa tarde, sr Lito!

    Sou estudante de Engenharia de Produção e, no momento, estou concluindo o curso, realizando um projeto final no qual se baseia na escolha de um melhor software/ tecnologia de Business Intelligence, baseado em uma metodologia, que aprendemos ao longo de nosso curso, chamada de Lógica Fuzzy. Dentro desta metodologia, utilizaremos uma das ferramentas aprendidas (através de métodos matemáticos), para dar solução para uma empresa genérica que ainda não execute o BI.
    Então, gostaria de saber se o sr poderia me ajudar em alguns detalhes deste projeto.
    A princípio, gostaria de saber quais são as principais características que devem ser encontradas para escolha de um melhor software (por exemplo: custos, interface amigável, etc..).

    Muito obrigado.
    sds,
    Daniel Areias

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Daniel, bom dia!!!

      Muito obrigado pela visita e, deixemos o SR de lado…hehehe…

      Na verdade, a escolha de uma ferramenta de BI depende de uma série de fatores:
      1 – Necessidades do Usuário do Negócio: Dependendo da necessidade, pode-se adotar uma ferramenta mais voltada a análises estatísticas, uma para análise do Planejamento/Orçamento, análise Geral, etc.;
      2 – A Tecnologia a ser usada: Trabalhar com CUBOS MOLAP (estrutura analítica Multimensional), Trabalhar com Consultas/CUBOS ROLAP (estrutura analítica Relacional simulando Multidimensional). Para tanto, a tecnologia do Banco de Dados em questão também terá que ser compatível, ou seja, no caso de CUBOS MOLAP o banco deverá ser Multidimensional (TERADATA, por exemplo), para as demais consultas, o Banco de Dados poderá ser Relacional (ORACLE, por exemplo), usando-se uma estrutura de Modelagem Dimensional;
      3 – Custos: Qual o orçamento para as aquisições e implementações.

      Definidos os critérios acima, vamos procurar aquela ferramenta que melhor atende as nossas necessidades, em termos de custos, facilidade no desenvolvimento, principais recursos, uso AD HOC, etc. Mas, basicamente, um ferramenta de BI deve ter:
      a – Compatibilidade com as Bases de Dados, ou seja, capacidade de trabalhar com Bancos de Dados de diferentes tecnologias (ORACLE, SYBASE, SQLSERVER, etc);
      b – Recursos para análises, tais como DRILL, PIVOT TABLE, NAVEGAÇÃO, AGREGAÇÃO, etc.;
      c – Uma interface amigável, de forma que o próprio usuário do negócio possa desenvolver suas próprias consultas – AD HOC;
      d – O uso da Internet de forma que o acesso, pelos usuários, possa ser feito via BROWSER;
      e – Dentre outros.

      Não devemos esquecer também, a necessidade de ferramentas de ETL, para a crição das bases de dados dimensionais, a partir dos dados de origem.

      Abração!

      Lito

      • Daniel Says:

        Boa tarde, Lito! (deixando o senhor de lado… rs) Tudo bem?
        Primeiramente muito obrigado pela ajuda na resposta acima. Suas informações foram vitais para a continuidade. Acabei postergando a elaboração do meu projeto final da graduação, mas retomei e, como havia descrito acima estou utilizando uma ferramenta da Lógica Fuzzy para auxiliar uma empresa para escolher o melhor software de B.I. baseado em graus de importância dos especialistas para alguns dos requisitos encontrados para escolher este software.
        Para conseguir obter um resultado final através de cálculos, preciso de alguns especialistas da ferramenta e de implantação desta, para responder 3 questionários (simples) e, a partir daí iniciar a metodologia matemática Fuzzy.
        Gostaria de saber se poderia participar de minha pesquisa respondendo estes questionários? Eu mandaria os questionários para algum e-mail e poderia me responder em meio eletrônico mesmo.

        sds
        Daniel Areias

      • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

        Opa!!!

        Me manda o questionário que eu respondo!!!!
        carlos.lorenzi@oracle.com
        Abração.
        Lito

  15. Anette Maria Says:

    After reading your blog post I browsed your website a bit and noticed you aren’t ranking nearly as well in Google as you could be. I possess a handful of blogs myself and I think you should take a look here: http://dominateseowithwordpress.com You’ll find it’s a very nice tool that can bring you a lot more visitors. Keep up the quality posts

  16. Rosane Ananias Says:

    Lito, estou reunindo material para fazer uma monografia sobre BI, você poderia me indicar uma biografia?
    Estou tento muita dificuldade.

    Gostaria de seguir esse roteiro..

    1 – INTRODUÇÃO

    2 – O QUE É BUSINESS INTELLIGENCE?.

    3 – VANTAGENS E DESVANTAGENS DA APLICAÇÃO DO BUSINESS INTELIGENCE NAS EMPRESAS.

    4 – FERRAMENAS DE BUSINESS INTELLIGENCE EXISTENTES NO MERCADO

    4.1 – DEFINIÇÕES DE CADA FERRAMENTA
    4.2 – COMPARAÇÕES ENTRE AS FERRAMENTAS

    5 – PRÉ – REQUISITOS QUE DEVEM SER ATENDIDOS PARA A IMPLANTAÇÃO DO BUSINESS INTELIGENCE.

    6 – EMPRESAS QUE TIVERAM SUCESSO NA IMPLANTAÇÃO DE BUSINESS INTELIGENCE.
    7 – CONCLUSÃO.

    Desde já, agradeço.

    Rosane Ananias

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Rosane, tudo bem?

      Pelo que entendi, você gostaria do Nome de alguns livros, certo? Bom, um dos livros mais usados é o ‘TOOLKIT’ do Ralph Kimball. Será mais fácil conseguir uma cópia em inglês, pois em português é muito raro. Esse livro fala praticamente tudo sobre as técnicas de BI. Tem também o livro ‘BUSINESS INTELLIGENCE Um Enfoque Gerencial para a Inteligência do Negócio’ dos autores Efraim Turban, Ramesh Sharda, Jay E. Aronson e David King, da editora Bookman.

      Com relação às Ferramentas de Mercado, verifique o chamado Quadrado Magico do grupo GARTNER, que aponta quais são essas ferramentas. Porém acho que você deveria limitar a sua pesquisa em 5 ferramentas: Business Object, MicroStrategy, Cognos, Oracle e uma ferramenta Open Source a escolher.

      Se precisar de mais ajuda, me avisa.

      Abs.

      Lito

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Rosane,

      Complementando a resposta anterior, talvez fosse interessante um tópico sobre como funciona a Tomada de Decisão nas Organizações. Para tanto tem o livro com exatamente esse nome, ou seja ‘Tomada de Decisão nas Organizações’, um trabalho coordenado pelo Professor Abraham Sin Oih Yu, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo(FEA-USP).

      Abs.

      Lito

  17. Ioshinori Kuba Says:

    Caro Lito,

    Gostaria de sua opinião com relação a DW em tempo real, caso positivo este assunto poderia ser de grande valia para as empresas, isto é, um forte diferencial para os negócios?

    Você poderia me dar um exemplo de um negócio, que se beneficiaria com DW em tempo real?

    Grato
    Ioshinori

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Ioshinori, tudo bem?

      Obrigado pela visita!!!

      Um DW em tempo real, ou NEAR TO REAL TIME, como é mais conhecido, depende muito dos requisitos de um negócio. Imagino que esse tipo de arquitetura esta direcionada a empresas que precisam tomar decisões na hora, como, por exemplo, grandes Lojas de Varejo, onde saber o que esta sendo vendido por hora, ajuda nas promoções chamadas instantâneas.
      Imaginemos uma loja que tem como meta, a venda diária de 100 unidades de um tipo de camisa… Sabendo a situação das vendas hora a hora dessa camisa, ajuda a saber se a meta será atendida ou se alguma decisão deverá ser tomada em relação a essa camisa (uma promoção, por exemplo) para que a meta seja atingida.
      De toda sorte, temos que levar em conta as janelas de ETL, pois em um ambiente Near to Real Time, os ETLs tem que ser rodados em curto espaço de tempo… No nosso exemplo, os ETLs teriam que ser rodados a cada hora. Isso envolve também infraestrutura adequada.
      Esse foi apenas um exemplo, e, hoje em dia, acredito que haja tecnologias que permitam uma arquitetura Near to Real Time funcionar rápida e adequadamente.
      Abração.
      Lito

  18. renata Says:

    Olá,
    faço modelagem de dados há 20 anos, basicamente para o DB2 (transacional), gostaria de obter um manual simples sobre modelagem nas ferramentas BI.
    Obrigada.

  19. Fábio Luiz Says:

    Olá meu amigo,
    Estou iniciando na área de BI e estou tentando aprimorar meus conhecimentos em obiee. Gostaria de saber como faço para instalar os samples que estão para download no site da oracle ,aqueles que acrescentam mapas, olap, essbase etc. Espero que possa me indicar um caminho

  20. Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

    Fabio, tudo bem?

    Bom, primeiro você precisa ter um usuário oracle criado, isso você pode fazer na própria tela de Sign-In. Depois é aceitar os termos de uso da oracle e fazer o download.
    Para você usar os exemplos do BIEE, precisará instalar o Banco Oracle 11g em sua maquina, pois todos os usuários e schemas exemplo estão nesse banco.
    Depois é só seguir os Tutoriais do BIEE: (http://www.oracle.com/webfolder/technetwork/tutorials/obe/fmw/bi/bi1113/createanalysis/ps.htm).
    O SPATIAL é uma feature do Banco de Dados e não do BIEE, para mapas no BIEE usa-se o MAPVIEWER, que é um pouco mais complexo. Acho melhor você começar pelo básico do BIEE.
    Abração.
    Lito

  21. Rafael Says:

    Muito legal o blog. Parabéns!!!

  22. adirkuhn Says:

    Olá Lito,

    estou terminando uma pós de banco de dados,
    e preciso fazer uma monografia sobre BI Real time ou Business Analitycs

    pelo que andei pesquisando não tem muito material em nenhuma das áreas, mas nas pesquisas sobre BIRT acabei achando seu site, vi que você recomendou em outra resposta o ‘toolkit’ do Ralph Kimball vc tem alguma outra sugestão de literatura para abordar o BIRT.

    Grato pela atenção

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Opa!!! Tudo bem?

      Desculpe a demora, mas eu estava viajando…

      Cara, realmente, não conheço nenhum livro a esse respeito… Vou fazer algumas pesquisas e, se eu encontrar te aviso. O Toolkit é sobre Modelagem Dimensional, não sei se te ajuda muito no caso de BIRT…

      Abs.

      Lito

  23. Victor Felipe Says:

    Lito,

    Meu nome é Victor, estou focando meus estudos atualmente na parte técnica de B.I. e durante meus estudos fiquei com uma duvida, qual a diferença entre ODS e Staging?

    Me disseram que a Staging é uma area de bagunça, onde a integridade da relação entre minhas tabelas não importam, e na ODS, é uma zona de ordem, na qual a relação entre minhas tabelas é mantida, confesso que essa explicação nao me ajudou muito, afinal, qual a diferença entre Staging e ODS?

    Obrigado

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Victor, tudo bem?

      Bem, vamos às definições acadêmicas:

      • Staging Area:
      Parte do Data Warehouse responsável por receber a extração, transformação e carga (ETL) das informações dos sistemas transacionais legados, para posterior geração dos Data Marts (Modelos Dimensionais orientados ao assunto) de destino.
      A Staging Area é considerada área fora do acesso dos usuários.
      A Staging Area não deve suportar queries dos Usuários.
      Ela pode ser composta por flat files (arquivos textos) ou tabelas de banco de dados na terceira forma normal (normalizadas).

      • Data Presentation Area:
      Área responsável pela apresentação dos dados, não deve ser utilizada para limpeza ou transformação de dados.
      Organizada em Data Marts, orientados a processos de negócios, e não a unidades de negócio, departamentos ou funções específicas.
      Um Data Mart é composto por dados atômicos e dados sumarizados para uma melhor performance.

      • ODS Area:
      Essa abordagem deve ser utilizada quando se deseja ter uma estrutura hibrida, integrando e padronizando dados de diversas fontes. Neste caso, essa estrutura pode ser utilizada como um integrador de sistemas.
      Pode manter os dados históricos dos sistemas de origem, mantendo uma modelagem idêntica à de origem.
      Pode ser usada como uma fonte de informações analíticas, a ser pesquisada sempre que necessário.

      Bom, o importante é ter em mente que DW é um processo e, como tal, deve ser definido para atender da melhor forma possível as necessidades do negócio. Eu, por exemplo, uso a Stage Area para receber os dados diários dos sistemas de origem, sem qualquer transformação, no tipo Delete/Insert. Uso a ODS Area para receber os dados transformados, conforme as regras do negócio, da Stage Area e manter os históricos. Observe que se eu tenho, por exemplo, 5 sistemas de origem, eu os integro em uma única base no ODS. Mantenho, na ODS, a modelagem relacional. Depois transformo os dados da ODS para a Presentation Area, usando a modelagem dimensional, deixando pronto para ser acessado pelas ferramentas OLAP.

      veja também: https://litolima.com/2010/04/22/o-operational-data-store-ods-desenhando-o-operational-data-store/
      https://litolima.com/2010/01/07/modelagem-dimensional-conceitos-basicos/

      Abs.

      Lito

  24. Pedro Ramiro Says:

    Por que o metadado não está incorporado a estrutura do Data Warehouse? E se ele não é considerado parte da estrutura do DW como pode ser indispensavel sendo uma estrutura para utilizar a a parte?

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Pedro, tudo bem?

      Geralmente, o metadado fica incorporado ao repositório das ferramentas utilizadas nos processos de ETL e consultas OLAP. Como os metadados são “dados sobre os dados” ou seja, informações sobre os dados, eles são controlados à parte, uma vez que são utilizados para podermos fazer uma ‘linhagem’ dos dados (saber de onde vem, qual a transformação sofrida e onde esta sendo usado) além de adequá-los à realidade dos usuários. Por exemplo, um dado que na origem esta com o label de COD_CLI, chegará ao usuário final com o label CÓDIGO DO CLIENTE pois é assim que o usuário trata essa informação. Isso ficará documentado no metadados da ferramenta que será usada para o processo de ETL e/ou na ferramenta de Consulta OLAP, informando qual a tabela de origem, que a coluna de origem COD_CLI foi renomeada para CÓDIGO DO CLIENTE e que possível transformação sofreu, além de indicar em quais consultas esta sendo usada, facilitando, inclusive, uma análise de impacto caso seja necessário alguma manutenção nessa coluna.

      Abração!

      Lito

  25. Kaueê Stracke Says:

    Olá Lito boa tarde tudo bom? primeiramente queria dizer que gostei muito do seu blog e ele me foi muito útil!

    Gostaria de saber se você poderia me disponibilizar mais material sobre estudo de casso que envolvam BI ou Inteligência Competitiva, estou fazendo TCC e meu tema é Inteligência Competitiva, e eu gostaria de analisar uma empresa que obteve sucesso com o uso de BI agregado à Inteligência Competitiva, gostei bastante do caso da lexmark, porém está bem difícil achar material pela internet referente á este assunto, material confiável eu digo, se puder ajudar serei muito grato.
    Obrigado.

  26. Milton J Barbosa Says:

    Litão

    Tô com um problema num projeto…
    Estamos usando o Publisher 11 como ferramenta de relatório. Preciso automatizar a geração dos relatórios em PDF da seguinte forma:
    * Deverá haver um arquivo PDF para cada uma das 250 lojas que temos.
    * Cada arquivo deverá ter um nome dinâmico com uma regra pré-definida (ex: BIEEXXXDDMMYYYY.pdf onde XXX é o código da loja e DDMMYYYY é a data do relatório)
    * A geração deverá ser automatica através do servidor (weblogic)
    * Os arquivos deverão ser salvos em uma pasta específica no servidor
    * Nosso ambiente é Windows

    Estou fazendo testes usando http://srv181ap:9704/xmlpserver/… …, mas sempre pede usuário e senha de conexão (isso deveria ser automatico no link). Existe algum jeito de fazer isso sem ter que usar url ? Senão, usando URL, tem como automatizar isso ?

    Um abraço

    Milton J Barbosa
    (Banda Fim de Linha Classic Rock)

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Miltão,

      Não sou um profundo conhecedor do Publisher, mas já enviei a sua duvida aos amigos da Oracle!!!!
      Espero a resposta.
      Falando em Banda, esta cantando mesmo na Fim de Linha Classic Rock? Estou com uma banda e pretendemos ensaiar aos sábados e tocar sempre que convidados…. Tá afim de bricar também???
      Abs.
      Lito
      (Banda Degenerados do Ritmo ou Buzzard’s boys)

  27. Milton J Barbosa Says:

    Tô nada. Coloquei o nome da banda embaixo por brincadeira. Você sabe que eu adoraria e muito tocar com vocês denovo. Mas estou morando meio em Franca e meio em Campinas…

  28. carolstips Says:

    Boa tarde, Lito.
    Meu nome é Ana Carolina e trabalho no Marketing do Grupo Impacta. Seu blog é muito bom, gostei dos posts! Temos cursos e palestras gratuitas para a área de BI e, quero saber se tem interesse em fechar alguma parceria conosco.
    No próximo dia 22 vamos realizar uma palestra especifica de BI, mostrando ele no mercado e apresentando nossa pós.
    O que acha?

    Qualquer coisa, segue nosso site falando um pouco do MBA de BI: http://www.impacta.edu.br/cursos/business-intelligence.php

    No aguardo.

    Att,

    Ana Carolina
    ana.silva@impacta.com.br

  29. Nilson Fonseca Says:

    Bom dia Lito,
    Tenho um pequeno problema para carregar uma determinada tabela.
    A origem vem do Progress é um campo data, existe um sistema de ocorrências ele carrega o campo de data da ocorrência normalmente, porém existe um outro campo que é a data da resposta da Ocorrência que quando não esta preenchido o sistema grava no banco ao invés de Null ele grava “?” e o campo no banco é Smalldatetime, a tabela d edestino esta no sql no mesmo formato e na hora da carga da erro por causa do campo com valor “?”, como posso tratar isso, já usei case e não deu resultado.

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Nilson, tudo bom?

      Bem, não sou expert em Progress e SQLServer… sou engenheiro Oracle…hehehe

      Mas, no Progress ou no SQLServer não tem nenhuma função para tratamento de datas? Talvez um TO_DATE ou mesmo um TO_CHAR, aí você transforma essa data em campo varchar e depois usa um CASE nesse campo varchar: CASE WHEN (DATA_VARCHAR IS NOT NUMERIC) Then NULL else DATA_VARCHAR end… ou alguma coisa semelhante.

      O ideal seria se você fizesse isso na origem, no Progress para chegar corrigido no SQLServer….

      Tentarei pesquisar esse assunto….

      Abraços!!!!

      Lito

  30. Milton J Barbosa Says:

    Lito,

    A Carol (minha filha mais nova) quer um gato. Pensei em pegar um da raça Napoleon de pernas curtas. Você tem ideia de preço e onde comprar ?

    Um abraço

    Milton

  31. Milton J Barbosa Says:

    Então… eu já tinha visto esse site mesmo, mas achei que você talvez tivesse ideia de preço.

    Um abraço

  32. Vicente Says:

    Bom dia.
    Estou participando de um projeto e estou com dúvida sobre a modelagem no seguinte aspecto:

    O projeto trata-se de um BI sobre uma base que realiza todo o controle de chamados e a dúvida é a seguinte:
    – Um chamado pode ser aberto hoje e ser finalizado por exemplo daqui a 4 dias. Sobre esse chamado, cada movimentação é realizada e no final o usuário tem a possibilidade de mudar o seu status para finalizado. Como irei controlar a questão dos chamados finalizados?
    Porque se o processo de etl for diário, eu vou ter um chamado em aberto hoje e quando eu rodar daqui a 4 dias, eu terei a informação de que esse chamado foi finalizado.
    Uma primeira ideia que me surgiu foi a de ter na tabela fato(como fk) as informações do status inicial(ex: Em aberto) e final(ex: Finalizado) e data inicial(abertura) e data final(finalização). Mas se for dessa forma, eu teria que sempre estar atualizando no datawarehouse essas informações daquele registro na tabela fato.
    Teria algum aspecto da modelagem para esse tipo de cenário, que também ocorre em projetos, onde tem-se uma data inicial e data final mas, a carga é realizada diariamente e as informações vão sendo complementadas no decorrer dos dias.?

    Abraço e agradeço a ajuda!

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Vicente, tudo bem?

      Pense um pouco melhor na sua solução: Coloque penas o status como DD (Dimensão Degenerada), que você terá, na tabela fato, um registro por data e status da situação… O que você acha? Quando fizer o ETL dessa abertura de chamado, por exemplo, o primeiro ETL irá gerar a linha na fato para a DD ‘I’. Quando rodar o ETL no dia seguinte, e o status for ‘F, termos na fato o registro desse fechamento. As datas já estarão na fato, como SK da dimensão Data….

      Será que é isso mesmo? Entendi direito?

      Abs.

      Lito

      • Vicente Says:

        Olá Carlos, obrigado pela resposta. Deixa ver se eu entendi:

        Você mencionou sobre a DD(Dimensão Degenerada) sobre status. Eu tenho o número do chamado, por exemplo 0001. Esse número seria a minha DD? Não?. Também teria uma dimensão para os Status(Aberto, Pendente, Finalizado) e uma para Data(dia,mes,trimestre,ano).
        Quando eu fizer a carga do primeiro ETL, carregaria por exemplo na tabela fato:

        Nº=0001;Status=Aberto;Data=24/02/2014;Cliente=xxxx;Funcionário=aaa;

        Na segunda carga do ETL, teria:

        Nº=0001;Status=Finalizado;Data=25/02/2014;Cliente=xxxx;Funcionário=aaa;

        Seria essa idéia? Se sim, o que me preocupa é por exemplo, quando eu for usar o módulo OLAP(Mondrian-Saiku ou JPivot) da Pentaho e eu querer saber por exemplo o tempo total gasto entre a data de abertura do chamado e a finalização.Não sei como realizaria essa diferença!!

        E outra coisa que me preocupa é por exemplo quando for exibir o total de chamados abertos, como eu teria 2 registros para o mesmo chamado(1 para o status=Aberto e outro para Status=Fechado), ele sempre me retornaria os chamados abertos mesmo que esse já tenha sido fechado. Resumindo: Quero saber todos os chamados que estão abertos ainda(status diferente de fechado) ou outra possibilidade, saber todos os chamados fechados!!

        Obrigado pelas respostas Carlos!
        Abraço!

      • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

        Vicente,
        Imaginei como DD o status (Aberto/Finalizado), já que não vale a pena criar uma dimensão para isso. O número do chamado, se não fizer parte de uma dimensão (Dimensão Atendimento onde teríamos numero do chamado, atendente, descrição, etc…) e for importante, também pode ser degenerado no Fato.

        Não conheço o Pentaho… Mas quando você pivotear para o número do pedido, teremos um pedido com duas ocorrencias… Se quiser saber todos os abertos, basta listar apenas os registros do fato cuja coluna status seja igual a ‘A’, para os fechados, coluna status = a ‘F’.

        Para os tempos de atendimento, aconselho um outro fato com uma maior granularidade, onde teríamos o número do pedido, data do fechamento, data abertura e tempo gasto.

        Lembre-se que, para granularidades diferentes, fatos diferentes….

        Apenas sugestões!!!!

        Abração!!!!

        Lito

      • Vicente Says:

        Obrigado Carlos!!
        Abraço!

  33. Vicente Says:

    Bom dia.
    Carlos, estou fazendo a criação das tabelas(físico) de um projeto de BI que estamos iniciando.
    O objetivo é começar pelos data marts e ir expandido para se chegar em um dw.
    Estou usando o SQLServer e estou pensando nessa estrutura:
    Data Base: dw_empresa
    Data Mart: Financeiro – schema: financeiro
    Data Mart: Compras – schema: compras
    Comum(Dimensões em comum a outros data marts): schema: comum

    A idéia é ter um database(dw_empresa) e subdividí-lo em schemas. O que achas dessa solução?

    Abraço!

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Vicente, tudo bem?

      Entendo que esta separando as áreas do DW por SCHEMA… Tudo bem, também faço assim, uma vez que o DW é um processo e não um espaço físico no disco. Costumo criar os usuários da Stage, do ODS e das tabelas dimensionais… O acesso aos Data Marts correspondentes, faço via segurança da ferramenta mesmo, ou seja, o pessoal do Financeiro só vê dados do Financeiro, de Compras, só vê dados de Compras, etc…

      Abração.

      Lito

  34. Vicente Says:

    Boa tarde Carlos.
    No projeto em que estou trabalhando, encontramos uma situação um pouco diferente na modelagem dimensional.
    Tem uma tabela fato referente aos atendimentos realizados pela equipe de suporte e um atendimento pode estar associado a vários ítens(computador A, Computador B, impressora, etc…).
    Pesquisando, verifiquei a idéia da Bridge Table.
    A estrutura ficou a seguinte:

    fato_atendimentos
    -> fk_grupo_itens

    grupo_itens(Representa um grupo de itens que será associado a um registro na tabela fato)
    -> fk_grupo_itens

    itens_atendimento (Tabela que relaciona grupo_itens com dim_item)
    -> fk_item
    -> fk_grupo_itens

    dim_item (Itens como: Computador, Impressora)
    -> fk_item

    Por causa dessa estrutura, está sendo bem trabalhoso realizar a importação da tabela fato. Tens alguma sugestão para popular a tabela fato quando existe essa situação de um registro da fato estar associado a mais de um registro na dimensão? ou, outra abordagem para a modelagem!
    A idéia é: Um atendimento pode estar associado a mais de um item!

    As abordagens que encontrei foram a criação dessa tabela bridge ou mudar a granularidade da fato mas, mudar a granularidade não seria o caso nesse projeto!

    Desculpa lhe incomodar novamente Carlos!
    Abraço!

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Vicente, bom dia!!!

      Cara, só estou vendo essa sua pergunta agora!!!! Por um problema qualquer, não recebi o aviso no dia em que você postou…. Me desculpe.

      Confesso que não entendi muito bem a sua questão, mas darei alguns pitacos…

      1 – Para evitar chaves compostas, eu uso as SKs:
      itens_atendimento (Tabela que relaciona grupo_itens com dim_item)
      -> fk_item
      -> fk_grupo_itens
      Eu substituiria por SK_Itens_Atendimento.

      2 – Pode criar um ‘Alias Name’ para a tabela Item, chamando de DIM_DESCRIÇÃO_ITEM e fazer o join com esse Alias Name. Algo do tipo Role-Playing Dimension (https://litolima.com/2013/10/04/kimball-dimensional-modeling-techniques-part-ii/).

      3 – Se são poucos os Itens, por exemplo Computador, Impressora, e Vídeo, você pode DEGENERAR esses itens no Fato, ou seja, criar uma coluna FK_ITEM_DESC no fato e mover o código do item C, I ou V (https://litolima.com/2010/10/01/o-que-e-degenerate-dimension/).

      Abração!!!

      Lito

  35. Rodrigo da Silva Borella Says:

    Oi Lito!
    Acabei de ver sua palestra sobre EDWna Conabi. Muito boa. Consegui ter uma noção melhor sobre este conceito.
    Poderia disponibilizar as transparências?
    Obrigado.
    Rodrigo.

  36. Ricieri Says:

    Bom dia!!!
    Estou com uma dúvida em BI e se possível gostaria de uma dica sua.
    O meu problema é relacionado à BI de estoque, estou com uma situação em que preciso saber em qual dia determinado material ficou com saldo zerado. A dificuldade é que tenho somente registros de movimentações. Apesar de não concordar, estou acreditando que a única solução seria criar um registro fictício com o saldo do estoque no fim do dia, para cada material, cada dia e cada estabelecimento.
    O problema que vou estar gerando milhões de registros fictícios por ano.
    Você saberia dizer se essa prática é correta e devemos nos preocupar mais em responder as perguntas do que com volume de dados?

    • Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

      Ricieri, muito bom dia!!!! Obrigado pela deferência!!!

      Podemos dizer que um dos nomes do meio do BI é ‘GRANDES VOLUMES DE DADOS’… Portanto, não devemos, a priori, nos preocupar com o volume de dados, que estarão na casa dos milhões de informação… Mas temos que tomar cuidado com a performance.

      Vamos à sua duvida: Você tem a movimentação diária do estoque, certo? A Granularidade do Fato é ‘movimento no dia’, certo? Você tem como calcular, no ETL, o saldo diário de Estoque? Se nesse dia específico, o saldo ficou zerado? O que seria esse registro fictício ao qual você se refere? Seria mais uma linha na tabela fato?

      Acho que não entendi, exatamente, a sua dúvida, pois se você tiver no Fato o saldo zerado, essa questão estará respondida… Mas se for, por exemplo, a necessidade de saber se, neste dia especifico, apesar de no final eu ter saldo, mas devido às saídas, meu estoque esteve, por algum tempo, zerado, antes da entrada do material, você pode pensar em ‘DEGENERAR’ na sua fato um flag cujo conteúdo pode ser definido como S ou N (Sim e Não) para informar que, naquele dia, o saldo esteve ou não zerado. Lembra o conceito de Degenerated Dimension, uma FK no fato sem pertencer a nenhuma dimensão? Se esse processo for possível, você terá o mesmo número de linhas na sua tabela FATO, que já tem hoje, acrescentado apenas a informação de que o saldo esteve zerado por algumas horas.

      Mas, seria essa a sua duvida? Eu confesso que não entendi muito bem, pois parece-me que o seu registro fictício seria a linha de um Fato… A menos, é claro, que sua granularidade seja apenas o ‘Movimento’ do material, ou seja, na minha Fato eu teria vários registros de movimentação para determinado material na Fato, para um mesmo dia… Se for assim, pode considerar em criar uma coluna na fato, apresentando o ‘SALDO ATÉ O MOMENTO’ e um flag informando se é o último registro dia… ser for e estiver zerado, você responde a sua questão… Sem novas linhas e sim novas colunas…

      Será que continuo falando bobagem?

      Abração!

      Lito

  37. dorkitas Says:

    Oi gente gostei muito desse blog!
    Eu estou a tentar integrar o Active Directory do Windows ao Weblogic mas não consigo faço a configuração mas ela não me traz os usuários do AD.

  38. ailtono Says:

    Gostei deste Blog para bens lito

  39. Carlos Alberto Lorenzi Lima Says:

    Obrigado!!! Volte sempre!!!!
    Lito


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